No meu canto. No meu mundo. Na zona de conforto estagnada.
Presa na bolha. É tão doloroso sair. E por isso fica mais fácil simplesmente ir para o mundo da fantasia.
Absolvam.
Não queria ficar no meu buraco. Não queria ser a pessoa "tímida".
Apenas deixo a maré correr. As ondas levam e trazem. Até chegarem aos limites...
Cá dentro, é um copo cheio sempre à beira. Um corpo cansado, uma mente que não se cala.
Lá fora, desliza, na esperança que passe ao lado, mas afeta discretamente e visceralmente.

Há dias vi na televisão, um senhor que andou até aos 33 anos, como se tivese um rádio na cabeça, agora tem um comprimido que lhe desliga o rádio.
ResponderEliminarBom dia e boa semana!
Beijinhos
As vezes pergunto-me como é viver assim, porque só quando estou a desassociar é que há um exemplo disso e mesmo assim
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