Wandering through a used bookstore, you find an old polaroid stuffed in a copy of Catcher In The Rye.
Aquela foto em tons sépia trazia recordações queridas ao coração. Pega no livro da estante e vai sentar-se numa poltrona perto, e começa a ler algumas páginas. As idas à biblioteca eram raras, mas tentativas de obrigar-se a sair do conforto da casa e estar consigo mesma longe do barulho a que se submete.
Quando a fotografia começou a fazer parte da vida para diminuir a distância, mas evoluiu para a exploração e expressão. Usar o movimento e corpo para transmitir o que estava contido dentro de um corpo e mente em ajuste e mudanças.
Ao ler algumas páginas, o corpo aquece com as memórias que afloram. Uma jovem adulta a navegar por águas conhecidas e desconhecidas. Uma adulta a empoderar-se e viver a sua sexualidade.
O prazer, o poder que dá e o que desperta. A batalha de olhar o espelho e a lente, e não apontar defeitos, numa reconciliação e conquista pelo amor próprio.
Boas recordações, muito bonito!
ResponderEliminarFeliz noite e boa semana!
Beijinhos
A mente tem que divagar e ir puxar pela inspiraçao para estes desafios semanais Obrigado!
ResponderEliminar