A persistência da Memória de Salvador Dali

Tempo que derrete. Tempo que teima em passar devagar ou passar depressa. Esse tempo que tanto tempo têm. Que nunca é suficiente, ou até é demasiado.
Sempre a olhar para os ponteiros, até que a visão fica turva. Sem noção e andar no limbo do antes ou depois. O equilíbrio, esse vai e vêm...
Se há coisa que não pode parar é o tempo.
ResponderEliminarBom fim-de-semana!
Beijinhos
Tão bonito Bii
ResponderEliminarMuitos b'jinhos
Bom texto. Parabéns!
ResponderEliminarGostei muito!
ResponderEliminarPor muito que se queira nao, é apenas lidar como tempo
ResponderEliminarObrigado
ResponderEliminarObrigado!
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