O amor era como o xadrez, uma arte e ciência. Cada peça, cada valor, cada movimento. Ali os caminhos cruzavam-se. A intensidade do jogo também se refletia no olhar.
Tudo começou no xadrez e só existia dentro daquele mundo. Fora, eram duas pessoas com vidas separadas. Por isso, é que as partidas duravam horas e prolongavam-se o mais possível. Cada movimento era vivido e sentido, cada peça apreciada e explorada.
Feliz noite!
ResponderEliminarHá jogos perigosos que se aventuram a disputar o espaço da realidade!
ResponderEliminarObrigada pela partilha, querida!
ResponderEliminarPor vezes, precisamos de mundos paralelos, para nos sentirmos mais vivos, ou para nos refugiar
ResponderEliminarui, e quantos jogos....
ResponderEliminarSempre às ordens [<)]
ResponderEliminarSem dúvida, espaços necessários às vezes
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